imagens das várias fases de metamorfose da borboleta desde a lagarta até a borboleta de asas abertas.

Do velho ao novo mundo: como migrar?

Estamos vivenciando a maior transição da humanidade, a migração do velho mundo, automatizado, rígido, hierárquico para um “Novo Mundo”: pós-digital, criativo, disruptivo e repleto de possibilidades. 

Como você está se preparando para isso?

O Ponto de Partida 

O mundo em rede nos fez migrar do velho mundo, com base em uma Economia rígida, pesada – a “ Hard Economy” –  que surgiu da era industrial, onde o humano era tratado como máquina.

Essa economia é baseada nos trabalhos padronizados e repetitivos, motivados somente pelo dinheiro, hierarquias, lideranças centralizadas e focada em alta performance. 

Enfim, em uma mentalidade de escassez,  onde tudo era físico, forçando as pessoas ficarem presas em um só lugar.

Com a economia digital, fomos arremessados em um curto espaço de tempo em outra dimensão: a rede, as tecnologias de informação e comunicação, o mobile, nos colocaram em outro espaço e tempo: tudo conectado a tudo, em tempo real e de forma descentralizada.

E nesse contexto,  o trabalho deixou de ser fixo, e não mais preso ao local físico, permitindo a mobilidade para ser home office ou me office (eu sou meu escritório),  e assim dando a oportunidade de trabalho em qualquer lugar do mundo. – alô Freeworkers!.   

Neste novo tempo e espaço da rede tudo é diferente. Se antes pensávamos e executávamos de forma sequencial, linear, agora a tecnologia traz uma velocidade frenética em uma dinâmica que é exponencial.

E assim, estamos sendo catapultados para o Novo Mundo, que nos remete a um modelo de economia mais sutil, uma economia leve – chamada de “Soft Economy“, unindo várias economias criativas e humanas.   

Pensamento exponencial: uma adaptação necessária para o novo mundo

O mundo em rede é exponencial, ele está desconectado do tempo e espaço, e nós, o planeta e o tempo somos lineares.

Nosso pensamento e crescimento é linear ou seja se dá em 2+ 2+ 2. Já no exponencial, se dá 2 x 2 x 2 ao quadrado.

Exatamente por isso que não estamos conseguindo resolver os desafios atuais, pois o mundo em rede cresce em  uma velocidade que não conseguimos acompanhar.

Então, qual seria a solução? Como inicio a minha adaptação?

Fazer junto! É a única maneira de sermos exponenciais em um mundo que está se desmaterializando do tempo e do espaço.

Já estamos em  posse  da tecnologia “High Tech”, onde utilizamos tudo o que a tecnologia digital nos proporciona, precisaremos da Tecnologia sociocultural que seria o nosso “High Touch”.

Para nos adaptar e viver no novo mundo em rede e distribuído, se faz necessário uma mudança de mentalidade (novos jeitos de pensar ) e novos hábitos ( jeitos de fazer).  

Agora olhando para sua vida e carreira você acredita que ela ainda está pautada no velho mundo de ser, fazer e pensar? Percebe esse modelo mental da economia dura?

Ou você já percebe que seus pensamentos, hábitos e movimentos estão alinhados com a mentalidade do novo mundo? 

Então que tal começar a  desenvolver a colaboração como uma habilidade e um estilo de vida no seu dia a dia?

Qual foi a última vez que você criou e fez novas conexões? Que você exercitou o músculo da colaboração e criou grupos de trocas, estudos ou de compartilhamentos de experiências? 

Se ofereça para contribuir em pesquisas e projetos que tenham sinergia com o seu propósito, esteja e conecte-se com redes.

O novo mundo só é entendido por meio da prática 

É somente na prática, criando esses movimentos que você encontrará novos jeitos de fazer.

A adaptação vem desse lugar, ou ainda ao criar um trabalho ou negócio mais alinhado com esse pensamento exponencial que o novo mundo em rede nos pede.

O novo mundo baseado na a tal “Soft Economy”, as pessoas terão mais tempo para pensar .

E, também, serão convidados a exercitar o melhor de nossa humanidade através dos Cs –  Cuidar, Compartilhar, (fazer) Curadoria e (se) Conhecer.     

Pensando que mais da metade das profissões e trabalhos do futuro ainda não existem, o novo mundo em rede nos possibilita acessarmos essas economias mais leves, abundantes e interessantes…

Nos levando para um cenário de infinitas possibilidades e oportunidades.

Mais do que uma transição, trata-se de um despertar para a vida. Que requer uma desconstrução de padrões, nos convidando a questionarmos nosso estilo de viver.

A busca por significados, quebra de paradigmas e ilusões da matrix, onde premiações materiais, status e outras motivações externas já não enchem os olhos de quem está esperto nesse novo mundo.

Um maior nível de consciência sobre a natureza e o planeta, gerando um impacto na nossa alimentação bem como uma sede em viver sua verdade, e anseio por conexões profundas.

Um desejo por contribuir, ter um trabalho com significado e fazer parte de um propósito maior.   

Quem migra para o novo mundo, sente que desperta, se conecta mais ao amor, vive com mais presença, senso de responsabilidade e estado de consciência.

Para você que está nesse movimento de migrar e despertar para o novo mundo e em busca de uma adaptação para esse universo em rede, venha se conectar conosco e fazer parte da nossa comunidade.

Somos lifelong workers! Nos acompanhe e participe das nossas trocas! Estamos no LinkedIN, Youtube, Facebook e Instagram

Acreditamos que os trabalhos e profissionais do novo mundo são inspirados por propósito, movidos por causas regenerativas.

Que anseiam fazer parte de algo maior que impacte e transforme o mundo em um lugar com mais liberdade, criatividade, sustentabilidade e abundância.        

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Este artigo foi co-produzido por Lorena Gurjão, uma Lifelong Worker cheia de histórias incríveis. : )

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