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Mudar de vida aplicando Design Thinking: Life Design!

Pense em grandes feitos, em grandes sacadas que você achou incrível. Quem está por trás delas? Já parou para pensar que para mudar de vida, estas pessoas dificilmente chegaram em tais feitos de primeira? Esta é uma das magias de Life Design: o processo de Design Thinking aplicado em sua vida.

Quase todas as pessoas que chegaram em invenções incríveis e que também mudaram suas vidas em decorrência disso tem um quê de designer. Sendo profissional do setor ou não. Afinal, design thinking não é uma habilidade encontrada apenas em designers profissionais.

Eu mesma, designer por formação acadêmica e design thinker nata, trabalhei 5 anos em um dos grandes estúdios de design do Brasil e notei o quanto vários designers não tinham desenvolvido tão bem esta habilidade. Isso geralmente acontece quando o foco estético está a frente do modelo mental de resolução criativa de problemas.

Mas o que isso tem a ver com mudar de vida e Life Design? Bom, design thinking é um modelo mental, como acabei de citar. Tanto que há a palavra thinking no termo, ou seja, pensamento. Mas alguns também o compreendem como uma metodologia para solução criativa de problemas. Então…

O que é Life Design? E por que eu deveria me atentar a isso na minha vida?

Life Design é a aplicação de design thinking em nossas vidas.

Que a vida é uma jornada a ser vivida e não um destino a ser alcançado isso você já deve ter percebido. Esta jornada é cheia de desafios e oportunidades o tempo inteiro.

Ou seja, a vida é abundante por natureza. Mas porque algumas pessoas percebem melhor tantas oportunidades e as aproveitam e outras percebem menos?

As pessoas que aproveitam bem tendem também a experimentarem mais, diversificarem mais, não se acomodam em zonas de conforto, a não ser que seja uma zona em que percebam que está tudo bem, sem sofrerem por conta de frustações.

Porque se estas se sentem frustadas, naturalmente partem para resolverem suas frustações. Mesmo que certas ações gerem novas frustações. Mas desta forma, elas percebem o quanto também evoluem continuamente e isso é um potente combustível por si só.

Elas só param de se auto-desafiarem quando chegam em um ponto que já aprenderam a lidar tão bem com frustações, que se tornam super resilientes. E com isso vão encontrando um bom equilíbrio em suas vidas.

Ou ainda param – mesmo que momentaneamente – por estarem satisfeitas com as suas próprias vidas e conquistas. E isso não significa tirar nota 10 em sua autoavaliação. Um 7 talvez é mais do que suficiente para que sosseguem.

“Quando usamos de design thinking para cultivar frutíferas mudanças em nossas vidas, a vida tende a se tornar mais leve e divertida. Mesmo com as tempestades que ainda nos impactarão ao longo do tempo, antes das ótimas colheitas.” – Cassiana Buosi

Ou seja, estamos centrados na solução dos problemas e não no problema em si. Se nossas raízes estão fortes, saudáveis, se sabemos quem somos e a que viemos a este mundo, também nos lembramos que tempestades são passageiras.

Além do Design Thinking, o que mais é importante para mudar de vida?

O Design Thinking por si só já é uma forma muito potente de nos ajudar a mudar de vida, mas ao meu ver e pela minha experiência pessoal, não faz milagres.

Precisa ser combinado com outras ferramentas, métodos, além de VOCÊ verdadeiramente querer mudar de vida, né? Pode parecer brincadeira, mas não é.

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Fonte: https://brainly.com.br/tarefa/20652735

Eu queria mudar de vida, deixar a vida corporativa para viver uma vida profissional mais leve e com mais sentido do que a que eu vivia antes. E apliquei muito design thinking nesta minha jornada.

Mas em minha tese no MBA de Inovação, em 2013, eu me aprofundei em dois temas – Design Thinking e também Design Driven Innovation. Por isso, acabei me inspirando muito também neste segundo tópico para construir meu futuro desejado.

Que na verdade é hoje o meu presente – e que presente! O que diferencia uma abordagem da outra?

Enquanto Design Thinking foca bastante em resolução de problemas presentes, a Inovação guiada pelo Design é mais disruptiva e visionária.

Ela serve para construirmos novos caminhos, ainda não desbravados. Mas que nos dão diversos sinais de serem potencialmente promissores.

É lógico que há risco nisso. Quem conhece bem de inovação, sabe que estar a frente tem suas vantagens, mas também seus percalços. Mas que escolha que fazemos na vida tem apenas prós, não é mesmo?

Então, eu sou partidária do Life Design – que é quando nós mesmos desenhando as jornadas que queremos viver e aprender com elas, em vez de delegarmos essa missão para terceiros e simplesmente esperar que algum milagre mude a nossa vida para melhor.

Foi assim também, vivendo de forma prática na minha própria vida tantos conhecimentos que fui adquirindo ao longo dos anos, que acabei chegando em Futures Thinking, uma das principais habilidades e competências para este século.

Caso prático: como mudei a minha vida usando Design Thinking, Futures Thinking e mais

Bom, primeiro de tudo, para energizar no Life Design de minha própria vida, eu precisava de uma visão. Uma visão de longo prazo. Condizente comigo, com meus valores, meus sonhos, mas também com futuros mais promissores para todos nós e o planeta.

Então parti para a aplicação de Inovação guiada pelo Design e Discurso de Design, termos cunhados por Roberto Verganti. Eu já aplicava o conceito na minha vida sem saber e ao compreender melhor, desde 2012, esta sistematização proposta por ele, pude ser muito mais assertiva.

Depois disso, ainda complementei com técnicas de foresight estratégico, que é o Futures Thinking aplicado. Isso foi essencial para que eu harmonizasse melhor as ideias e insights, além de ter mais clareza de marcos chaves que eu precisaria atingir.

Isso fazemos com uma técnica conhecida como backcasting, típica em processos de foresight estratégico. Nesse caso, aplicado a vida pessoal e profissional. Expliquei um pouco sobre isso nas aulas abertas que fazem parte do Workshop Minha Vida & Trabalho rumo a 2025 que disponibilizei ao público.

Por último, comecei a aplicar a metodologia de Design Thinking, prototipando diversas iniciativas sequenciais, nas quais aprendi muito com cada uma delas FAZENDO e não apenas sonhando, teorizando. O que indiscutivelmente me levou para outros níveis muito rapidamente.

Uma das iniciativas mais bacanas foram os workshops promovidos pela TalkB4, chamado “Bem Viver o Futuro do Trabalho. Em rede” que realizamos ao longo de 2019, onde parte destes conceitos todos já vinham sendo disseminados ao público.

Mudar de vida a partir de quando? O que você está esperando?

Note como de uma forma geral, estamos todos muito atarefados cuidado dos “problemas” de nosso presente. Qualquer pessoa que estude ou entenda de estratégia, sabe que se afogar em “urgências” não é nada estratégico.

O quanto você tem olhado para a sua vida estrategicamente falando? Tem uma frase de um dos meus professores em meus estudos e desenvolvimento contínuo de Futures Thinking e Foresight Estratégico que adoro e trago aqui para que você reflita:

“Estar muito ocupado(a) agora significa arcar com altos custos mais tarde.” – Sohail Inayatullah

Ou seja, se você quer evitar viver futuros NÃO desejados, fica aqui o convite para se juntar a um grupo de pessoas agora mesmo que já está olhando com muito afinco para os futuros desejados que elas querem VIVER. Um dia este presente chega.

Mas para isso, você precisa plantar com qualidade e estratégia em torno de uma boa visão pessoal, conectada com seus valores pessoais, morais, mas também com tantas mudanças no mundo e seu contexto.

É isso que fazemos no Workshop Minha Vida & Trabalho Rumo a 2025. Além de outras aqui. Dá um “check” aqui para saber mais! Tem turma começando em breve!!! : )

No próximo artigo, compartilharei algumas dicas práticas para começar a mudar de vida já. Nos acompanhe pelas redes sociais – LinkedIN e Facebook, em nosso canal do Youtube ou recebendo a nossa newsletter quinzenal – basta se inscrever no rodapé desta página! : )

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